UEM permanece como 5ª melhor estadual do Brasil, aponta ranking

Ranking espanhol coloca UEM em destaque nacional e na América Latina por visibilidade e impacto

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a 5ª melhor universidade estadual do Brasil em visibilidade e impacto científico na internet, de acordo com informações do Ranking Web de Universidades (Webometrics Ranking of World Universities). Vale lembrar que o Ministério da Educação (MEC) confirma que a UEM é a 5ª melhor universidade estadual do país.

“Esse ranking evidencia a visibilidade e o reconhecimento que a UEM tem mundialmente como uma universidade de renome e um centro de pesquisa importante em todas as áreas do conhecimento”, destaca Bruno Montanari Razza, chefe da Divisão de Planos e Informações da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD-UEM).

O Ranking Web de Universidades é semestral. Na edição de janeiro de 2021, a UEM é apontada como a 32ª melhor universidade brasileira (entre públicas e privadas), a 66ª melhor da América Latina e está na 1.631ª posição mundial. De acordo com Razza, o Webometrics é utilizado como um dos indicadores para a composição do Leiden Ranking e “esse resultado não é possível de ser obtido no curto prazo, sendo um reconhecimento da consistência do trabalho realizado ao longo do tempo pela UEM”.

Publicada no fim de janeiro, com dados coletados nesse mesmo mês e com mais de 31 mil instituições avaliadas no mundo, a lista da Webometrics Ranking of World Universities é levantada por um grupo de pesquisa do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha. De acordo com a organização, são verificados os seguintes critérios:

1- Visibilidade (50% da nota final, tendo Ahrefs e Majestic como fontes) – reflete o número de páginas externas com links para o site da UEM;
2 – Transparência (10% da nota final, tendo o Google Acadêmico como fonte) – referente ao número de citações dos 210 principais autores;
3 – Excelência (40% da nota final, tendo o SCImago Lab como fonte) – diz respeito aos artigos 10% mais citados entre 2015 e 2019 em 27 áreas.

Fonte: Matheus Teixeira/ASC/UEM – Foto: Divulgação/UEM

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