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No entendimento da Faciap, é um erro separar os assuntos saúde e economia A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), junto com outras entidades do setor produtivo, elaborou um manifesto com sugestões e reivindicações econômicas diante dos desafios que os empresários têm enfrentado em razão do enfrentamento da pandemia causada pelo coronavírus. O documento foi protocolado na sexta-feira (27/03) junto ao Governo do Paraná. O documento também manifesta apoio ao Governo do Estado e solidariedade a toda a sociedade. E deixa claro que é dever de todos “a preservação da saúde e o cumprimento das decisões dos Poderes Executivos, como as decretações de fechamento do comércio com foco no distanciamento social para evitar aglomerações e o intenso contágio”. Da mesma forma, coloca que é evidente que o impacto da paralização do comércio traz desafios ainda maiores a toda sociedade, e não somente ao setor produtivo. “Pois, sem conseguir vender e receber clientes, as empresas ficam impossibilitadas de honrar compromissos com fornecedores, e com isso, de pagar salários aos funcionários potencializando o desemprego e afetando a dignidade do cidadão. Para que o cidadão se mantenha saudável, além do acesso à saúde pública, necessita manter sua alimentação e de sua família, sustento este que advém do seu trabalho”, afirma o manifesto. Assim, pede ao Governo do Paraná, em parceria com os prefeitos, que estude formas de gradualmente permitir o retorno da normalidade social, produtiva e econômica do Estado. E sugere 23 medidas que podem contribuir com isso. Entre elas: – Foco em estratégia de quarentena e isolamento para os grupos de risco, liberando parte da força de trabalho para retorno às atividades, priorizando, quando possível, o home office; – Permitir que as empresas operem com horário ampliado, para evitar aglomerações e possam distribuir os atendimentos; – Determinar o funcionamento das indústrias, do comércio e de serviços, mesmo que seja em regime de escalas com suas equipes alternadas caso o setor produtivo tenha essa possibilidade (adequando a cada tipo de segmento); – Determinar que os segmentos de serviços, comércio varejista e atacadista, que mantenham o controle de acesso dos clientes respeitando as distâncias mínimas e fornecendo meios para a higienização dos colaboradores e clientes; – Fornecer equipamentos de proteção para os colaboradores de vendas, produção e entrega, os quais possam, de alguma forma ter contato com outras pessoas; – Garantir aos colaboradores que se enquadram no grupo de risco fiquem de quarentena, com subsídio financeiro (garantia de salário) pelo Estado. Acesse o documento na íntegra: www.faciap.org.br Fonte: Jornalista Gabriela Brandalise/Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação/Faciap. |
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