Maternidade & Empreendedorismo

As mães que transformam o cenário das startups brasileiras
A 3,2,1 Beauty está entre as 4,7% das startups lideradas somente por mulheres

Segundo um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), até 2030, a participação das mulheres no mercado brasileiro deve crescer mais do que a masculina. Mas até o momento, a situação não é muito animadora: apenas 19% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, abaixo da média mundial de 27%. Muito disso vem pela questão de como a maternidade é tratada no país.

Ainda nos dias de hoje mulheres ficam inseguras se terão ou não seus empregos de volta após suas licenças terminarem e tais exemplos não ficam apenas no âmbito empresarial. De acordo com estudo da Fundação Getúlio Vargas, aproximadamente metade das mulheres é demitida em até dois anos após a licença maternidade. Quando se é mãe e lidera uma startup, a licença maternidade oficial não existe e é preciso disciplina e flexibilidade para liderar mudanças. E não seria diferente com a 3,2,1 Beauty.

Chefiada pelas Boss-mommies, Cecilia Ribeiro (criadora da maior inovação da Whirlpool Corporation nos últimos 60 anos – uma spin-off que se tornou uma Joint Venture com a Ambev, e CEO da 3,2,1 Beauty e Luciana Vida (diretora de operações e pioneira no segmento corporativo com serviços de beleza in-company), a beautytech é uma das redes de salões de beleza que mais cresce no país. As sócias uniram suas experiências de forma a empoderar as mulheres com quem trabalham. A 3,2,1 Beauty está entre as 4,7% das startups lideradas somente por mulheres, segundo estudo do Distrito, demonstrando a grande desigualdade de gênero no ecossistema. Ao avaliar os investimentos recebidos, existe uma disparidade ainda maior, empresas lideradas por mulheres representam apenas 0,04% do investimento total aportado em 2020.

Cecilia saiu do mundo corporativo para empreender com propósito e conseguiu levantar o maior seed round (investimento semente) liderado por uma mulher em 2020. Ela conta do processo de captação de recursos com fundos de Venture Capital durante o período de amamentação: “A maternidade amplifica a capacidade de ser uma CEO efetiva. Descobri que com flexibilidade de horário e uma rede de apoio, é possível equilibrar a agenda pesada de trabalho e a demanda familiar”, hoje, mãe de 2 filhos, uma menina de 2 anos e um menino de 5 meses.

Segundo as fundadoras a maternidade é um super poder. “Você aprende a ser extremamente eficiente, priorizar as demandas e ser cirúrgica nas suas colocações”, explica Luciana, defensora do movimento de empoderamento feminino.

Com a pressão crescente da pandemia especialmente nas mães, isso fica ainda mais latente e a resiliência e a capacidade de equilibrar o trabalho e família, um atributo essência para a saúde mental.

Hoje a 3,2,1 Beauty atende mais de 60 localizações, tanto salões de rua quanto espaços corporativos, tendo crescido 664% em apenas 4 anos, provando mais uma vez, que maternidade não atrasa a vida de ninguém.

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Fonte: Impari Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação.

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