AVENIDA CARLOS BORGES: Duplicação entregue com maior desfile da história de Maringá

Mais de 30 mil pessoas aplaudiram o desfile que marcou dupla comemoração: a inauguração da duplicação da avenida Carlos Borges e o Dia da Independência
O Tiro de Guerra abriu o desfile de 7 de Setembro, em Maringá
O prefeito Ulisses Maia, o vice Edson Scabora e o presidente da Câmara Municipal, Mário Hossokawa, na abertura do desfile.

O desfile de 7 de Setembro em Maringá marcou dupla comemoração: o Dia da Independência e a inauguração da duplicação da avenida Carlos Borges, obra que moradores da região esperavam há mais de três décadas. Desfilaram 3,2 mil pessoas divididas em 63 alas representando segmentos diversos da comunidade. Mais de 30 mil pessoas aplaudiram o maior desfile da história da cidade.

“Todas as ações e obras desta gestão, desde aquelas que estão tendo seus projetos finalizados, as que estão em andamento e as já entregues, como esta belíssima avenida, comprovam nosso comprometimento com a população e seus anseios. Essa e tantas outras obras nos dão a certeza que Maringá continuará sendo a melhor cidade do Brasil”, disse o prefeito Ulisses Maia.

A duplicação dos 3,2 km da avenida incluiu também ciclovia no canteiro central e moderno sistema de iluminação. “Ficou uma beleza”, resumiu o comerciante Francisco Ribas, morador da região há 25 anos. “Nesses anos todos ninguém se lembrou de duplicar esta avenida. Essa obra já mudou tudo por aqui”, acrescentou, já fazendo planos: ′vou ampliar meu negócio′.

O sentimento de conquista e de melhorias em todos os aspectos, da segurança no trânsito ao estímulo às atividades econômicas e imobiliárias, cercou a solenidade de entrega da obra. A obra foi concluída em tempo recorde, considerando não apenas a execução do projeto, mas também o processo de desapropriação, necessário para viabilizar a duplicação.

O desfile já se consagrou como o maior da história da cidade por várias razões, a começar pela plateia de mais de 30 mil pessoas e, depois, por ter sido realizado a noite. A decisão se mostrou acertada, como bem demonstrou a reação do público que, de bandeira do Brasil e de Maringá nas mãos, aplaudiu cada uma das alas. Mantendo a tradição, o Tiro de Guerra abriu o desfile.

“É diferente. Parece mais animado e divertido”, resumiu a professora Maria Clara Batista, ansiosa para ver o neto na avenida. “Ele vai desfilar”, disse, movimentando as bandeirinhas com indisfarçável alegria, reproduzindo sentimento comuns de milhares de pessoas acomodadas em arquibancadas e ao longo de toda a avenida. A noite foi de festa e comemoração.

Fonte: Diretoria de Comunicação/PMM – Fotos: Aldemir de Moraes/PMM

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