CULTURA – Inauguração mostra perfil multicultural do CAC

Prefeitura investiu R$ 3,7 milhões na recuperação de prédio de 2,2 mil metros quadrados.
Depois do descerramento da placa inaugural, o prefeito Ulisses Maia, secretários e convidados fizeram um tour pelos quatro pisos do CAC
"É um dia histórico. Recuperamos esse prédio que estava interditado e poderia ser demolido", comentou o prefeito Ulisses Maia. Ele lembrou que frequentava o prédio quando abrigava a Biblioteca Municipal para fazer pesquisas do colégio quando estudante.
O secretário de Cultura, Miguel Fernando, comentou na sala Lukas sobre importância do CAC para classe artística.

A inauguração do novo Centro de Ação Cultural (CAC), foi exemplo do perfil multicultural do espaço. Prefeitura investiu R$ 3,7 milhões na recuperação de prédio de 2,2 mil metros quadrados. Depois do descerramento da placa inaugural, o prefeito Ulisses Maia, secretários e convidados fizeram um tour pelos quatro pisos do CAC visitando exposições e assistindo apresentações artísticas. “É um dia histórico. Recuperamos esse prédio que estava interditado e poderia ser demolido”, comentou o prefeito. Ele lembrou que frequentava o prédio quando abrigava a Biblioteca Municipal para fazer pesquisas do colégio quando estudante.

A Secretaria de Cultura (Semuc) preparou uma ampla agenda para que o público já conheça os novos espaços que serão ocupados com cursos, workshops, reuniões, ensaios, exposições, shows, entre outros. O grupo passou pela exposição “10 +10” acompanhado dos artistas. Depois foi para o subsolo onde teve apresentação do Ballet Municipal e do projeto Som da Banda com a fanfarra do colégio Branca da Motta Fernandes. Em seguida foi para o primeiro andar onde o músico e servidor aposentado Tisley Barbosa e convidados fizeram apresentação de música e poesia. Também o bonequeiro Sandro Maranho fez uma apresentação com bonecos. No segundo andar teve o grupo Delírios e nas salas músicos se apresentaram com guitarra, violão e teclado. Também a Orquestra Maringaense de Viola Caipira e o Coral Jovens de Ontem. O grupo desceu até a sala Joubert de Carvalho onde houve apresentação de piano e violino com música “Maringá”. Por último, teve homenagem aos servidores do CAC aposentados e visita em exposição coletiva de artistas locais.

O secretário de Cultura, Miguel Fernando, comentou na sala Lukas sobre importância do CAC para classe artística. Espaço é base para projetos culturais locais. Edital do CAC será aberto em janeiro com projetos colocados em prática durante o ano a partir de fevereiro. Serão 43 cursos com 1,1 mil vagas para alunos a partir dos 6 anos de idade. Outras atividades gratuitas serão anunciadas em breve.

Ulisses Maia anunciou que sua gestão ampliou recursos da Cultura e que em 2020 terá outra grande obra. O Cine Teatro Plaza será restaurado. E que a Biblioteca Municipal que hoje está num prédio temporariamente no Novo Centro terá um local próprio em breve. Também participaram da inauguração políticos, secretários municipais, artistas, servidores e convidados.

 NOVO CAC:

  • Subsolo: sala de ensaios, dança, teatro e multiuso
    • Térreo: recepção, salas Joubert de Carvalho e Lukas
    • Primeiro andar: secretaria, Casa de Cinema, artes plásticas e visuais
    • Segundo andar: música

Fonte: Diretoria de Comunicação – Fotos: Vivian Silva / PMM

Piano que pertenceu a Joubert de Carvalho volta ao CAC

Piano que pertenceu ao compositor Joubert de Carvalho, autor da música ′Maringá′, foi restaurado e está de volta ao renovado Centro de Ação Cultural (CAC). O instrumento, fabricado em 1899, foi afinado e reposicionado nas instalações reformadas, na avenida XV de Novembro, Centro da cidade. Adquirido pela prefeitura em 1991, o piano caminha para se tornar patrimônio histórico. Processo de tombamento está em andamento.

A restauração, feita em Curitiba, teve trocas de peças – como cravelhas e martelos – e ganhou uma nova pintura. “Esse piano é um elemento histórico para a cidade de Maringá e trouxemos de volta para seu local original”, comenta o secretário de Cultura, Miguel Fernando, citando a sala Joubert de Carvalho, no térreo do CAC.

Equipe especializada em transporte de instrumentos e um afinador profissional vieram de Curitiba com piano. Trabalho de afinação levou aproximadamente duas horas. Antônio da Silva, 61 anos, trabalha com afinação de pianos há 37 anos, tem demandas em diversos estados brasileiros e ressalta que Maringá tem um instrumento de excelência musical e grande valor histórico.

O Piano Steinway & Sons pesa aproximadamente 280 quilos, tem 1m80 de comprimento, 95 centímetros de altura e 1m47 de largura, é do tipo meia cauda, tem 88 teclas e três pedais.

Fonte: Diretoria de Comunicação  – Foto: Aldemir de Moraes/PMM.

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