Maringá tem a maior taxa de vacinação com 3ª dose entre as grandes cidades do PR

Levantamento do Observatório Covid Unicesumar Codem aponta que o percentual de vacinados com o reforço na cidade é de 32,51%, maior do que Curitiba, Londrina e Ponta Grossa

Maringá tem a maior taxa de vacinação com 3ª dose entre as grandes cidades do PR
Maringá registra a maior taxa de vacinação com a terceira dose em comparação com outras cidades de grande porte do Paraná. O levantamento do Observatório Covid Unicesumar Codem, divulgado na quarta-feira (2), mostra que o percentual da população que recebeu o reforço vacinal é de 32,51%, aumento de 3,55 pontos percentuais em comparação com o boletim anterior. O número é maior do que o registrado em Curitiba (30,75%), Londrina (27,10%) e Ponta Grossa (27,08%).

A cobertura vacinal em Maringá segue em crescimento. Em relação ao levantamento anterior, a taxa de aplicação da primeira dose subiu 1,81 ponto percentual, impulsionada pela vacinação das crianças, e agora está em 84,64%. A segunda dose registrou alteração de 75,09% para 75,48%.

O coordenador do observatório e diretor de Pós-Graduação da Unicesumar, Guaracy Silva, destaca que Maringá sempre esteve à frente das outras cidades na vacinação. Na avaliação dele, esse engajamento da população é ainda mais importante agora para a aplicação da dose de reforço, que se mostra necessária com o avanço da ômicron.

“Maringá tem conseguido engajar a população e ofertado horários ampliados para a vacinação com o ‘Corujão da Vacina’, o que facilita o acesso à vacina”, diz. Além disso, Guaracy Silva afirma que o aumento no número de casos desperta o alerta entre as pessoas e impulsiona a vacinação.

A cidade bateu recorde na média móvel diária de casos na última quinzena de janeiro. Maringá registrou média de 935,53 casos por dia, mais que o dobro do registrado na quinzena anterior, que era 406,43. O número também é três vezes maior que o pico registrado em março de 2021, quando a média era de 313,07 casos diários.

A média móvel de mortes também aumentou em relação a primeira quinzena de janeiro. Nos últimos 15 dias do mês, a cidade teve média de uma morte por dia, contra 0,57 no período anterior. No entanto, o coordenador do observatório destaca que o número é bem menor do que o registrado em março de 2021, quando a média era de 11,6 mortes por dia.

Sobre o Observatório

O Observatório surgiu em março de 2020 com o propósito de monitorar a pandemia e subsidiar a tomada de decisões por parte de autoridades considerando diferentes interesses como a saúde da população e o impacto na atividade econômica. Representantes da Unicesumar e do Codem se reúnem semanalmente para avaliar e monitorar os indicadores da pandemia.

Além do coordenador Guaracy Silva, participam das análises as professoras Simone Bonafe (médica infectologista), Nancy Ferreira Silva (matemática), Solange Lopes (diretora do Centro de Biológicas e Saúde) e o analista de dados Icaro da Costa Francisco, todos da Unicesumar. Pelo Codem participam os executivos e empresários convidados.

O Observatório também convida para as reuniões representantes da Secretaria Municipal de Inovação, Aceleração Econômica, Turismo e Comunicação e da Secretaria Municipal de Saúde.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Unicesumar – Imagem: Shutterstock.